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• 05/12/2011 - Atlântica participa de palestra e apresenta seu projeto de treinamento
• 01/12/2011 - A Atlântica encerra o ano com avaliação positiva na sua participação em feiras.
• 11/10/2011 - Atlântica Portas e Janelas em Alumínio participará da 16ª edição da CONSTRUIR RIO – Feira Internacional da Construção.
A ATLÂNTICA PORTAS E JANELAS DE ALUMÍNIO e a AFEAL - Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, realizaram no dia 22 de novembro uma Palestra no SINDUSCON-RJ.
No evento foram abordados vários temas atuais, entre eles a NORMA 15.575-4 sobre desempenho e especificamente acústica. O Sr. EDSON FERNANDES, diretor do PSQ - Programa Setorial de Qualidade, gerido pela AFEAL/PBQP-h, explanou todas as ações que os fabricantes de caixilhos, dentre estes a ATLÂNTICA, estão tomando em detrimento da NORMA que deverá ser promulgada no início de 2013.
O diretor da Atlântica, Sr. Enio Ferreira, ao lado do Sr. Fabiano Hermínio, projetista da empresa, apresentaram aos participantes a metodologia intitulada “Sistema Rápido de Instalação”, que inclui programas de treinamento para prestadores de serviços ou funcionários das construtoras com o objetivo de capacitar, ampliando o conhecimento dos mesmos.
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Na 16ª edição da CONSTRUIR RIO – Feira Internacional da Construção, realizada no Rio Centro entre os dias 16 e 19 de novembro, a Atlântica encerrou sua participação em feiras neste ano com recorde de visitações em seu estande.
No evento, a empresa reforçou seu compromisso com velocidade de aplicação de seus produtos, demonstrando seu "SISTEMA INTELIGENTE DE INSTALAÇÃO", voltado tanto para obras de caráter social, como médio e alto padrão.
A Atlântica também apresentou em seu estande sua linha de produtos que atendem todos os estilos de construção, garantindo modernidade e sofisticação além de muita qualidade já que seus produtos são testados e atendem as variações climáticas de todas as regiões do Brasil.
2012
Para o próximo ano, a previsão é aumentar a participação em eventos direcionados a construção civil, entre eles a CONSTRUSUL, MINASCON, COSNTRUIR BAHIA, GOIANIA E RIO.
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A Atlântica Portas e Janelas em Alumínio participará da 16ª edição da CONSTRUIR RIO – Feira Internacional da Construção, que será realizada entre os dias 16 a 19 de novembro no Rio Centro.
Segundo a assessoria de imprensa da feira, “o evento é direcionado a lojistas, atacadistas, engenheiros, arquitetos, administradores de condomínios e shoppings, construtores e engenheiros, além de profissionais que atuam diretamente com o mercado de construção em geral”.
Atlântica
A Atlântica Portas e Janelas em Alumínio, com quatro décadas no mercado, está entre as maiores indústrias do país no segmento.
A Atlântica atende com duas frentes de produção: medidas padronizadas, distribuídos para todo o país através de lojas, atacadistas e home centers de materiais para construção. E medidas especiais, sob projeto, para Construtoras.
Os produtos passam por testes de qualidade, da linha básica a sofisticada, atendendo as variações climáticas de todas as regiões do Brasil e são protegidos com embalagem em MDF, material ecologicamente correto, que preserva a integridade das janelas e das portas em todo o processo logístico e, também, durante os vários estágios da obra.
Em seu estande, a empresa apresentará sua linha de produtos que atendem todos os estilos de construção, garantindo modernidade e sofisticação.
Construir Rio 2011
Local: Riocentro – Pavilhão 4
Endereço: Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca
Data: de 16 a 19 de novembro.
Horário: de quarta a sábado, das 13 às 21 horas
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Entre os dias 7 e 10 de deste mês, a Atlântica Portas e Janelas em Alumínio, participou da MINASCON/CONSTRUIR MINAS 2011 – Feira Internacional da Construção, em Belo Horizonte. O evento é o mais importante do segmento no estado de Minas Gerais e reuniu fornecedores, consumidores e profissionais liberais da indústria da construção civil.
Em seu moderno estande, a Atlântica apresentou seus produtos e recebeu centenas de visitantes.
Para Francisco, diretor da Atlântica, a feira foi um sucesso. “Além da oportunidade de mostrar ao público a excelência de nossos produtos e fecharmos grandes negócios, firmamos parcerias que a curto e médio prazo vão render ainda mais qualidade aos nossos produtos e serviços.”
A CONSTRUIR MINAS – Feira Internacional da Construção, a mais importante feira do segmento da construção civil, acontecerá entre os dias 7 e 10 de setembro em Belo Horizonte - MG e reunirá em um mesmo local, todos os segmentos da indústria da construção civil com o objetivo de apresentar as novidades do setor, principais tendências, produtos e as mais modernas soluções.
Em segunda edição, em 2010, os resultados superaram as expectativas de visitantes, patrocinadores e expositores, e chegaram às seguintes marcas:
• 250 marcas expositoras – nacionais e internacionais
• Geração de negócios na ordem de R$ 80 milhões
• Mais de 30 mil visitantes
Para sua terceira edição, os organizadores esperam contabilizar um aumento no número de visitantes e expositores, e a expectativa é movimentar cerca de R$ 90 milhões em negócios
Outro ponto forte da CONSTRUIR MINAS são as mostras e palestras, como o “Fórum de Inovação Tecnológica e Sustentabilidade” e a palestra “Soluções para as Cidades”, entre outros.
A Atlântica Portas e Janelas em Alumínio, já confirmou presença na MINASCON/CONSTRUIR MINAS 2011. Com quatro décadas no mercado de Portas e Janelas em alumínio a empresa atende a todos os segmentos da Construção Civil.
Em seu estande, a empresa apresentará sua linha de produtos que atendem todos os estilos de construção, além dos lançamentos: Janela Senza Sole e Veneziana Integrada.
MINASCON/CONSTRUIR MINAS 2011
Data:7 a 10 de Setembro
Local: Expominas – Av. Amazonas, 6030, Gameleira
Horário de visitação da feira
Dias 7 e 9: 14h às 22h
Dia 8: 12h às 22h
Dia 10: 13h às 21h
Entrada franca: Credenciamento na portaria do evento
Informações: www.feiracontruir.com.br/mg ou (31) 3223-4500
ATLÂNTICA - Estande Nº I12 / J09
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A Atlântica, com quatro décadas no mercado de Portas e Janelas em alumínio, participa de 3 a 6 de agosto da 14ª Feira Internacional da Construção - Construsul, em Porto Alegre. Este é o segundo ano que a empresa participa da feira.
A empresa atende a todos os segmentos da Construção Civil. Sua linha de produtos padronizados com portas, venezianas, portas-balcão, entre outros, se encaixam em todos os estilos de construções, residências ou comerciais. Com mais de trezentos pontos de venda, seus produtos podem ser encontrados em todo o território nacional.
A Atlântica também atende Construtoras com processos diferenciados, sempre buscando alta produtividade e preços competitivos.
No espaço, os visitantes poderão conhecer, além da linha de produtos, seus mais recentes lançamentos a Veneziana Integrada e a Senza Sole, com persiana acoplada - para quem busca controle total da luminosidade no ambiente.
Atlântica – estande 408, Pavilhão 3.
O Brasil vive em um cenário de grande desenvolvimento da construção civil. O setor comemora o momento em uma das maiores feiras do país sobre o assunto. A 14ª edição da Construsul começa amanhã e estará de portas abertas até 6 de agosto, das 14h às 18h, no Centro de Eventos da Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787 - Porto Alegre). A cerimônia de abertura acontece a partir das 14h com a presença de diversas autoridades do setor.
No evento, estarão reunidas as principais empresas ligadas a cadeia da construção, totalizando mais de 500 expositores. A expectativa é receber cerca de 70 mil visitantes, para conferir o que há de melhor no mercado da construção civil.
Esta progressão do setor não reconhecida apenas nacionalmente. A presença de diversos países já foi confirmada por meio de suas Câmaras de Comércio Internacional. Estados Unidos, Israel, Argentina, Equador, China, Inglaterra, Portugal, Alemanha e Áustria apóiam a Feira Internacional da Construção.
Entre as diversas atrações, o Seminário Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade na Construção, promovido pela Sinduscon, será realizado no dia 4 de agosto. Com o objetivo de abordar o meio ambiente como tema norteador da construção civil e parte indispensável de qualquer projeto para o desenvolvimento sustentável do mundo.
A 14ª Construsul trás uma boa novidade que tem por objetivo trazer mais conforto aos seus visitantes. Em um espaço próximo à Fiergs, foi aberto um amplo estacionamento alternativo, que permite estacionar mais dois mil automóveis. No local, será disponibilizado um serviço especial de vans, que deslocarão as pessoas até o portão de entrada da Construsul e ExpoMáquinas. Sendo assim, fica a critério do visitante escolher o local de sua preferência para estacionar. Informações estão disponíveis no site www.feiraconstrusul.com.br.
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) realizou o sorteio e a entrega de 604 moradias populares em Tatuí. Os investimentos nas moradias totalizam R$ 34,3 milhões. Também foram sorteadas 432 unidades entre as mais de 7 mil famílias inscritas.
Do total de imóveis oferecidos pela CDHU, 7% são destinados a pessoas com deficiência, 5% a idosos, 4% para policiais e agentes penitenciários. A CDHU está investindo R$ 26,8 milhões nesse empreendimento, que está sendo edificado no bairro Tanquinho.
Após o sorteio foram entregues 172 casas no Conjunto Habitacional Industrial Orlando Bolzan, Avenida Teófilo Andrade de Gama, s/n°, bairro do Tanquinho. O investimento foi de R$ 7,5 milhões. Esta é a última etapa da entrega do condomínio que tem, no total, 300 unidades. Em dezembro de 2010 foram comercializadas outras 128 moradias.
O prazo para quitar o financiamento é de até 25 anos. As prestações são subsidiadas pelo Governo do Estado e calculadas de acordo com a renda familiar. Quem ganha até três salários mínimos vai desembolsar 15% dos rendimentos. O secretário da Habitação Silvio Torres reforçou o padrão de qualidade das casas. "Por volta de 97% desses novos moradores estão na faixa de renda de até três salários mínimos. Além disso, o governo subsidia as prestações. Para se ter uma idéia, quem ganha um salário mínimo pagará apenas R$ 81,75 de prestação mensal, bem menos que um aluguel", afirmou.
Todas as 604 casas possuem três dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, distribuídos em 55,87 m² de área construída. As unidades contam com novo padrão de qualidade da CDHU que incorpora uma série de inovações em habitações de interesse social, como pé-direito ampliado de 2,4 para 2,6 metros, piso cerâmico em todos os cômodos, azulejos na cozinha e banheiro, laje e esquadrias de aço. Na parte externa, o botijão de gás tem abrigo e a área de serviço está coberta, há muros divisórios entre os lotes e tratamento paisagístico nas ruas, calçadas e nos espaços livres. Está prevista a instalação de aquecedores solares nos imóveis.
O Conjunto Habitacional Industrial Orlando Bolzan é resultado de uma parceria com a Prefeitura, que doou o terreno e administrou as obras, executadas pelos futuros moradores, selecionados por meio de sorteio público. A Companhia repassou os recursos ao município e supervisionou todas as etapas dos trabalhos. Já para construir as casas que foram sorteadas, a prefeitura doou o terreno e a CDHU contratou, por licitação, uma empresa que executa as obras.
Atuação em Tatuí
A CDHU já entregou 955 moradias em Tatuí e outras 432, que foram sorteadas, estão em produção. Além disso, 19 núcleos estão sendo regularizados, com isso 2.495 famílias receberão as escrituras dos seus imóveis.
Na tarde do último dia 20, quarta-feira, na sede da Secretaria de Estado da Habitação, em São Paulo, ocorreu uma audiência entre o vereador Rômulo Rippa e o Secretário Silvio Torres.
O motivo da audiência seria o protocolo de um pedido, de autoria do vereador Rippa e aprovado pelo Poder Legislativo municipal, solicitando que nossa cidade foi incluída no Programa Vila Dignidade do governo paulista. O programa atende demanda de moradias populares para pessoas idosas.
Durante o encontro, o deputado federal licenciado e agora Secretário de Estado da Habitação, Silvio Torres, surpreendeu o parlamentar ferreirense possibilitando que os pedidos de Porto Ferreira fossem modificados, e ao invés da construção de casas pelo programa que atende idosos, fossem solicitadas um maior número de “casas populares” que atendessem grande parte da demanda habitacional de Porto Ferreira.
Pelo sistema de parcerias com os municípios, da CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, os municípios doam a área e o governo do estado executa a construção dos conjuntos habitacionais.
O secretário Silvio Torres disse que se área for adequada para a implantação do novo conjunto habitacional da CDHU, o Governo do Estado irá construir as unidades. “Vamos aguardar o terreno para fazer os estudos e verificar quantas unidades, obedecendo aos critérios técnicos, caberão no local.”, garantiu, acrescentando que a prioridade no atendimento são as famílias que moram em área de risco.
O vereador Rômulo Rippa já preparou requerimento ao Prefeito Municipal, que deverá ser debatido e votado na primeira sessão legislativa após o retorno do recesso parlamentar, solicitando o planejamento e a disponibilização de área para a construção das “casas populares”.
O secretário também falou sobre o novo padrão de qualidade das moradias construídas pela CDHU. As unidades, segundo ele, estão sendo entregues com pisos cerâmicos em todos os cômodos; azulejos na cozinha e banheiro; pé direito mais alto; muro divisório entre os lotes; e aquecedor solar para o chuveiro, que permitirá uma economia de 30% na conta de energia elétrica. Os conjuntos contam com total infraestrutura urbana.
“Pode até ser difícil para a Prefeitura disponibilizar a área para construção destas casas populares. Porém essa é uma grande conquista para nossa população, que há anos vem reivindicando esse investimento para solucionar parte do problema habitacional em nossa cidade.” declarou o vereador Rômulo Rippa.
Em Porto Ferreira, a CDHU já licitou também a construção de um conjunto habitacional, com cerca de 60 apartamentos, que devem ser construídos na região do Jardim Jandira.
Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) referente ao mês de junho apontou alta de 1,4% nas contratações no setor da construção civil, com a criação de 18 mil novas vagas. Desde junho de 2010, já foram criadas 94 mil novas vagas (+ 7,7%), totalizando aproximadamente 1,3 milhão de trabalhadores no setor. As informações são do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema de Análise de Dados (Seade).
De acordo com o diretor técnico do Dieese, Sérgio Mendonça, a construção civil está crescendo por conta dos investimentos nos setores público e privado. "Há espaço maior para o crédito habitacional. Em algumas regiões onde o investimento público é maior, como o Nordeste, estamos vendo a construção civil crescer muito. São Paulo está se recuperando e em Porto Alegre também vemos o setor muito forte."
A taxa de desemprego em todos os setores se manteve estável pelo terceiro mês consecutivo nas sete regiões pesquisadas, passando de 10,9% em maio para 11% em junho. Segundo a pesquisa, o total de desempregados nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e do Distrito Federal chegou a 2,4 milhões pessoas, 17 mil a mais do que no mês anterior.
Diretrizes estabelecidas pelo governo federal para a execução do programa Minha Casa, Minha Vida, em sua segunda edição, preveem a construção de 860 mil residências prioritariamente destinadas às populações de baixa renda, assim entendidos os estamentos sociais com faixa salarial de até R$ 1.600,00. Esse tratamento diferenciado é para atenuar o elevado déficit de moradias para os trabalhadores situados, exatamente, nas camadas mais carentes da população.
Os investimentos federais reservados a esse programa somam R$ 125,7 bilhões, concentrados no Fundo de Arrendamento Residencial. A portaria 325, do Ministério das Cidades, fixou regras para a produção e venda dos imóveis construídos com esses recursos, detalhando os valores máximos de aquisição de cada unidade pela clientela assalariada, com boa margem de flexibilização variando de região por região no País.
A meta inicial de 860 mil unidades poderá ser ampliada, ao longo dos quatro anos de execução do programa, para dois milhões de casas, incluindo nesse reforço quem ganha até dez salários mínimos. Os ajustes serão feitos de conformidade com a demanda e a disponibilidade de recursos orçamentários. A produção de moradias promove a dinamização da indústria da construção civil, gerando dividendos para vastos segmentos responsáveis por insumos essenciais, consumidos nas moradias, como madeiras, ferragens, materiais elétricos e hidráulicos, tintas, vernizes, lixas e massas.
Esse leque de componentes obrigatórios empregados nas moradias se encarrega de promover a dinamização da cadeia produtiva, em que todos saem lucrando. O retorno dos investimentos se processa em curto, médio e longo prazos, na medida do cumprimento dos cronogramas físico e financeiro, injetando recursos nas economias regionais e obtendo seu retorno em caráter continuado, especialmente sob a forma de receitas tributárias, daí a grande vantagem da construção.
Como o déficit de moradia é nacional, a redistribuição dos recursos levou em conta a carência de cada Estado. Por isso, no Nordeste, a Bahia foi contemplada com 67.250 novas moradias, seguida por Pernambuco, com 43.294, e Maranhão, com 40.430. O Ceará aparece em quarto lugar, com 36.997 casas. A menor fatia ficou para Sergipe, com 11.740. A região Norte receberá recursos para a construção e comercialização de 82.285 imóveis; o Sudeste, 357 mil; o Centro-Oeste, 72.247; e o Sul, 89.780. São Paulo ficará com 181 mil moradias.
Nesse quadro de partilha de um benefício social relevante, Fortaleza se apresenta, no Ceará, com o déficit de 88 mil moradias salubres. O Estado assumiu as gestões para construir, nas proximidades do Conjunto José Walter, em Mondubim, 16 mil imóveis onde houve, recentemente, a invasão de uma propriedade privada.
As negociações, para tanto, envolveram a Prefeitura de Fortaleza e a Caixa Econômica Federal, empenhadas na solução do problema.
Essa programação representa um propósito governamental. Para ser cumprida, há necessidade de remoção de embaraços de toda natureza. Contudo, o benefício final é compensador.
Construir ou financiar moradias dignas, com mais qualidade de vida e sustentabilidade ambiental para suprir a carência moradia para a população de baixa renda é uma das propostas do Habita São Paulo. Conjunto de ações estratégicas elaboradas pela Secretaria da Habitação, a iniciativa dará atendimento prioritário às áreas de riscos que afetam 40% dos municípios, em especial, a região metropolitana, Vale do Paraíba e Litoral Norte.
As soluções previstas para esses locais seguem três linhas de procedimentos: fazer trabalho ambiental preventivo, fiscalizar a ocupação irregular e retirar as pessoas de áreas de risco. Serão feitas prevenções para evitar deslizamentos, inundações, erosões e contaminação do solo. Com isso será possível reduzir desastres ambientais e recuperar áreas degradadas. A fiscalização efetiva se baseará em medidas legais e contará com a participação da população.
Quem mora em local inadequado será removido para nova habitação a ser construída ou financiada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Como a demanda habitacional é grande, as moradias populares poderão ser erguidas com recursos do Fundo Garantidor Habitacional, cujo acesso será ampliado, e com crédito do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social. Enquanto a casa não fica pronta, as famílias de menor poder aquisitivo têm direito ao auxílio moradia.
Favelas e cortiços
Para o litoral paulista a iniciativa propõe estratégias diferenciadas por ser a região mais vulnerável a riscos, ter maior necessidade habitacional e por envolver ocupação em área de proteção ou conservação ambiental e de manancial. Além disso, a exploração da camada de Pré-Sal tem atraído trabalhadores para a região costeira aumentando ainda mais a carência residencial.
A proposta é oferecer habitação sustentável, especialmente nas áreas de influência da Serra do Mar, promover o ordenamento territorial e urbano e combater a ocupação irregular e a formação de cortiços e favelas. A solução ambiental encontrada para o córrego do Canal da Vila Margarida, em São Vicente, é um exemplo de mudanças que serão necessárias para a recuperação e preservação.
Outra frente de atuação do Habita São Paulo passa pela urbanização de favela e cortiço e inclusão de infraestrutura, equipamentos e serviços públicos. A construção de moradia em área de propriedade do poder público, passíveis de regularização do terreno, pode ser feita diretamente pela CDHU. É o caso da urbanização da favela de Paraisópolis. Outra possibilidade é o Estado repassar recursos para as prefeituras construírem conjuntos habitacionais. Uma terceira possibilidade é a concessão de carta de crédito para a pessoa comprar o imóvel no mercado formal.
Novas tecnologias
Os atuais projetos arquitetônicos e urbanísticos da CDHU utilizam novas tecnologias e materiais construtivos. As habitações adotam energia alternativa (colocação de aquecedor solar), uso racional da água (com medição individual do consumo em prédios) e instalação de válvulas de descarga reduzida em bacias sanitárias e aeradores nas torneiras. Incorporam a possibilidade de instalação de soluções tecnológicas para comunicação de dados, como TV a cabo e internet.
Seguem preceitos do Desenho Universal para atender as necessidades de todos os indivíduos, como pessoas com deficiências, temporárias ou permanentes, idosos, gestantes, obesos e crianças. São concebidos a partir de estudo das características socioeconômicas, ambientais, urbanos e físicas da região em que serão construídos.